sábado, 9 de maio de 2015

INJÚRIA

Sinto escorrer o veneno derramado,
Contaminando meus pensamentos 
Contorcendo minh'alma e 
Dilacerando meus sentimentos

Entre as lágrimas incontidas 
O grito sufocado pela injúria consentida,
Um suspiro que detém
O soluço que não convém.

É o absurdo que se aceita,
A ameaça vil e cruel 
Da mulher que se assujeita
Da mulher inverossímel.

O medo da dúvida
Do julgamento equivocado
Da perca da confiança
No elo conquistado.

Há que se condenar aquele que não tem por atitude a palavra defendida.
Há que se repudiar aquele que se alimenta da degradação dos seres.
Há que se solapar aquele que disfarça o seu egocentrismo na insegurança de outro
Mas principalmente...
Há que se exterminar toda e qualquer forma de dominação,

PRONTO, FALEI E VOCÊ?