Que chato, chato e chato.
Saco, saco e saco.
Hunf...
Porque cargas d’água vocês não fazem o que é preciso?
A gente fala, conversa, avisa, faz acordos e nada.
Nenhuma estratégia funciona,
Chances e mais chances
Mais o que acontece?
Nada, nada, nada.
Cansei...
Ainda que eu pudesse mudar as regras do jogo do que adiantaria?
Regras são sempre regras.
Dói meu rim de tanta raiva que sinto,
Dói muito só de pensar que
Qualquer coisa que se queira fazer é preciso trabalhar com vocês.
Ai ai ai ... Que merda depender de quem não quer fazer.
Que bosta ficar ouvindo as desculpas e
Ainda fingir que acredita nelas.
Que meleca de gente.
Ainda é preciso usar da boa educação senão... Lá vem.
Os mimimis, tititis, tátátás.
Dá pra sair do lugar?!
Se movimente criatura, se mexe, participa, exista...
Exista de verdade, pra valer.
Ah é isso, entendi...
Vocês não querem existir, coexistir, ter importânciaaaa...
Hummm ... sei... Entendi.
Então porque raios vocês insistem em estar aqui?
Dá o fora, rapa fora ...saiiiiiiiiiiiii
Tá bom, tá bom, eu calo minha boca,
Prometo que não vou despejar minha ira, minha inconformação,
Nos ouvidos de quem quer que seja.
Tá, já sei, vou me calar... Fazer o quê!!!
Mas isso saiba vocês que não irá me impedir de proferir em silêncio
todos aqueles palavrões que nasceram do meu rim em dores,
Foda-se.
Seus babacas, trouxas, fiid’égua, seus cuzões,
Arrombados (esse aprendi com minha amiga e é muiiito bommm falar),
Filho da outra (porque mãe não merece nenhuma ofensa por conta de
vocês),
Vão pra outra que os pariu.

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