“TUDO E NADA É O QUE PARECE SER"
Lágrimas
escorrem pelo meu rosto, produzidas pela decepção de ser enganada brutalmente na construção das ideias. Sou fruto de um mundo enganador, que engana a dor, que
o engano é a fonte de sabedoria da qualidade de vida.
Mas
vida, é o que a realidade, até onde se possam alcançar, nos permite sentir.
Se "nada" é o real, o tudo é o que
não imaginamos; na dança das verdades que nunca são absolutas, então me
pergunto, não existem verdades?
E o
que vivemos é uma mentira?
Doce e gentil no embalo das supostas ideias de se fazer conceber a realidade do meu eu.
Doce e gentil no embalo das supostas ideias de se fazer conceber a realidade do meu eu.
Do
outro e eu, de todos e de ninguém.
No
Antagonismo da agonia do conhecimento, vislumbrar o "poder do saber"
é reconhecer que não se sabe de nada, e o que se é, nem ao menos está próximo
da verdade.
Eis então
o que me resta, roer as unhas e de repente mergulhar na imensidão das teorias
que nos levam a prática que nos apontam novas teorias que aperfeiçoam as novas
práticas que nos enganam e enganam o saber do conhecer,
Porque
tudo é movimento constante, porque o ser humano é mutável e tudo está sujeito
ao nada de significados que se resume em abrir os olhos por hoje e viver nesse
mundo “matrix”. Hoje faremos nosso melhor, acreditando no ideal de que apenas
nos transformando em boas lembranças pra outros, podemos existir.
Por
quê? Porque sou assim...
Pronto, falei.
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