quinta-feira, 28 de novembro de 2013

TUDO E NADA.


“TUDO E NADA É O QUE PARECE SER"
Lágrimas escorrem pelo meu rosto, produzidas pela decepção de ser enganada brutalmente na construção das ideias. Sou fruto de um mundo enganador, que engana a dor, que o engano é a fonte de sabedoria da qualidade de vida.
Mas vida, é o que a realidade, até onde se possam alcançar, nos permite sentir.
 Se "nada" é o real, o tudo é o que não imaginamos; na dança das verdades que nunca são absolutas, então me pergunto, não existem verdades?
E o que vivemos é uma mentira? 
Doce e gentil no embalo das supostas ideias de se fazer conceber a realidade do meu eu.
Do outro e eu, de todos e de ninguém.
No Antagonismo da agonia do conhecimento, vislumbrar o "poder do saber" é reconhecer que não se sabe de nada, e o que se é, nem ao menos está próximo da verdade.
Eis então o que me resta, roer as unhas e de repente mergulhar na imensidão das teorias que nos levam a prática que nos apontam novas teorias que aperfeiçoam as novas práticas que nos enganam e enganam o saber do conhecer,
Porque tudo é movimento constante, porque o ser humano é mutável e tudo está sujeito ao nada de significados que se resume em abrir os olhos por hoje e viver nesse mundo “matrix”. Hoje faremos nosso melhor, acreditando no ideal de que apenas nos transformando em boas lembranças pra outros, podemos existir.
Por quê? Porque sou assim...

Pronto, falei.

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